Pude imaginar sentir o cheiro da tua jaqueta de couro, pude imaginar as formas do teu corpo e a cueca branca (puída) que talvez seja a que mais gostas. Fiquei pensando até onde iria à tatuagem que começava em teu punho e se perdia dentro da manga, o quão espesso e quanto incomodaria, ou não, teu cavanhaque no meu pescoço. Fiquei pensando, enquanto o ônibus andava e o tempo perdia a importância, o que diria se eu perguntasse: na tua parada ou na minha?
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Eu olho pra você e quero te dar tudo o que você já quis na vida. Você é o maior excesso que meu coração doente pode agüentar.
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Vai lá,
aprende a mentir,
mente pra quem te mira no espelho,
vai ignorando a tua dor,
se puder sem medo.
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Eu olho pra você e quero te dar tudo o que você já quis na vida. Você é o maior excesso que meu coração doente pode agüentar.
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Vai lá,
aprende a mentir,
mente pra quem te mira no espelho,
vai ignorando a tua dor,
se puder sem medo.
2 comentários:
Muito bom mesmo, tu escreves muito bem, tanto em prosa como em poesia. Leitura muito prazerosa esta aqui.
Abraços.
Na parada que tu quiser, meu Nêgo!
Vc escreve demais e eu adoro te ler.
beijos!
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