Do fundo da noite que me envolve,
Negra como um poço de alto a abaixo,
Agradeço quaisquer Deuses que existam
Pela minha alma inconquistável.
Na garra cruel da circunstância,
Eu não recuei nem chorei.
Sob as pancadas do acaso,
Minha cabeça está sangrenta, mas ereta.
Além deste lugar de fúria e lágrimas
Onde só se percebe o horror das trevas,
E ainda assim, a ameaça dos anos
Encontra e encontrar-me-á, sem temor.
Não importa quão estreito o portão,1
Quão cheio de castigos o pergaminho,2
Eu sou o dono do meu destino:
Eu sou o capitão da minha alma.
Autor: William Ernest Henley
Referências:
¹ Alusão a Mateus 7:13-14;
² Bíblia.
1 comentários:
Hum... mestre Henley!
Eu ouvira falar dele, assim mesmo, como mestre, e ainda não sei o porquê do título, mas pelo texto aqui exposto posso ter uma ideia do motivo. Obrigado pelo brinde, que fechou bem minha navegada no mar da internet pelos blogues da vida.
Abraço.
Postar um comentário